Nova fase do plano São Paulo: reabertura dos comércios

3 de setembro de 2021

Escrito por: Gestão Portal o Amarelinho

Com o avanço da vacinação no Estado de São Paulo, a reabertura dos comércios também avança. Medidas de restrições foram alteradas pelo governo estadual e novas regras passaram a valer para o comércio e serviço no quesito de combate a pandemia do Covid-19. Apesar de otimista, o movimento não é unanimidade e gera críticas.

 

O que mudou com a reabertura dos comércios

Anunciado no dia 17 de agosto, as mudanças mexeram com o dia a dia de empreendedores e clientes. A partir de agora, os estabelecimentos podem funcionar sem limite de horário e de público. No entanto, devem seguir os protocolos de saúde determinados pelo Plano São Paulo. Na mesma semana, o governo do estado anunciou que 100% da população adulta está vacinada com a primeira dose da vacina contra a Covid-19.

 

A decisão afeta diretamente profissionais que trabalham nesses estabelecimentos como: vendedores, manicures e pedicures, garçons, entre outros. Agora, o maior tempo de funcionamento deve evitar aglomerações de clientes ao mesmo tempo. Além disso, eventos culturais e feiras corporativas também foram liberados, mas esses com controle de público. A tendência é que mais empresas optem pelo trabalho híbrido ou pela volta completa para as dependências físicas. Com essas medidas, a atenção com as normas de segurança sanitária devem continuar já que a circulação deve subir em comércios e transporte público. 

 

Por outro lado, eventos esportivos com torcida, como jogos de futebol, permanecem vetados. A expectativa é que sejam liberados a partir do dia 1º de novembro com maior parte da população coberta pela segunda dose da vacina. 

 

Crítica de infectologistas

 

A decisão foi criticada por infectologistas que entendem que o momento não é ideal para essa atitude. A preocupação maior é a disseminação da variante delta do coronavírus que aumentou a taxa de contágio nos Estados Unidos e na Europa.

 

A  pandemia ainda não acabou

Vale lembrar que a flexibilização das medidas de segurança não indica que a pandemia acabou. O distanciamento e a higienização devem continuar até que a taxa de pessoas completamente vacinadas esteja maior.

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