Auxílio emergencial é prorrogado por mais três meses

14 de julho de 2021

Escrito por: Gestão Portal o Amarelinho

O governo federal anunciou a prorrogação do auxílio emergencial 2021 por mais três meses. Destinado a famílias de baixa renda afetadas pela pandemia de Covid-19, as três novas parcelas devem ser pagas de agosto a outubro, e com os mesmos valores pagos atualmente: R$ 150 por mês para pessoas que moram sozinhas; R$ 375 por mês para mulheres chefes de família; e R$ 250 por mês para os demais beneficiários.

 

Visto a continuidade da pandemia, o auxílio emergencial, que começou a ser pago em 2020, retornou em abril deste ano com quatro parcelas, que se encerram agora em julho. Com as novas parcelas, o auxílio será concedido até outubro. Sem demais prorrogações no radar, o governo estuda aumentar o valor médio do Bolsa Família, atualmente em cerca de R$ 190. Além disso, pretende flexibilizar os critérios de acesso para que mais famílias recebam o benefício.

 

Saiba se você tem direito ao auxílio emergencial

As regras para ter direito à ajuda do governo não mudaram. Sendo assim, o benefício segue sendo concedido somente a famílias com renda de até meio salário mínimo (R$ 550) por pessoa e renda mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.300). Veja abaixo quem mais pode receber:

 

  • Trabalhadores informais; 
  • Desempregados;
  • Microempreendedores individuais (MEI);
  • Contribuinte individual da Previdência Social;
  • Para o público do Bolsa Família, segue valendo a regra quanto ao valor mais vantajoso a ser recebido entre o programa e o auxílio emergencial 2021;
  • Os integrantes do Bolsa Família receberão o benefício com maior parcela;

 

Quem não pode receber

  • Os trabalhadores formais;
  • Cidadãos que recebam benefício previdenciário, assistencial ou trabalhista ou de programa de transferência de renda federal, com exceção do Programa Bolsa Família e do PIS/PASEP;
  • Pessoas que não movimentaram os valores do auxílio emergencial e sua extensão, disponibilizados na poupança digital em 2020;
  • Quem estiver com o auxílio emergencial de 2020 cancelado no momento da avaliação de elegibilidade para 2021;
  • Residentes médicos, multiprofissionais, beneficiários de bolsas de estudo, estagiários e similares;
  • Quem teve rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019, ou tinha em 31 de dezembro daquele ano a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil, ou tenha recebido em 2019 rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte superior a R$ 40 mil;
  • Pessoas com menos de 18 anos – exceto mães adolescentes;
  • Quem estiver no sistema carcerário em regime fechado ou tenha seu CPF vinculado, como instituidor, à concessão de auxílio-reclusão;
  • Quem tiver indicativo de óbito nas bases de dados do governo federal ou tenha seu CPF vinculado, como instituidor, à concessão de pensão por morte.

 

Como receber o auxílio

O pagamento é feito de acordo com o número do NIS para quem recebe o Bolsa Família. Para os demais beneficiários, o pagamento segue o mês de nascimento.

 

Como nas parcelas anteriores, primeiro o valor é depositado na conta digital para ser movimentado pelo aplicativo Caixa TEM. Posteriormente, o saque é liberado respeitando o calendário que também obedece o mês de aniversário do trabalhador. Os beneficiários do Bolsa Família recebem pelo cartão do programa.

 

Em caso de dúvidas, ligue gratuitamente para a central telefônica 111 da Caixa, que funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Ou acesse o site auxilio.caixa.gov.br.

Compartilhe esta notícia nas redes sociais

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Publicidade ba

Mais conteúdos sobre

Outros conteúdos que você pode gostar