Brasileiros podem renegociar dívidas e limpar seu nome

2 de março de 2020

Escrito por: Claudinei Nascimento

Até 31 de março, mais de 30 empresas estão concedendo a consumidores condições especiais para pagamentos de contas atrasadas.

 

Diretor do Serasa Consumidor, Lucas Lopes espera, com o feirão, ajudar brasileiros a pagar suas dívidas

Até o dia 31 de março,  consumidores com dívidas atrasadas e/ou negativadas terão a oportunidade de renegociar seus débitos pelo computador, tablet ou celular por meio do aplicativo do Serasa Consumidor,  com descontos que podem ultrapassar 90%. Trata-se de mais uma edição do Feirão Limpa Nome.

Na versão online anterior, realizada em novembro de 2019, mais de quatro milhões de acordos foram fechados e os descontos superaram R$ 5 bilhões. Nesta edição, mais de 30 empresas, como instituições bancárias, de crédito, telefonia e cosméticos, entre outros credores, participam, oferecendo prazos de pagamentos diferenciados e descontos para a quitação das contas em atraso. A renegociação é muito prática, pois pode ser feita de qualquer lugar, com comodidade, segurança e de forma gratuita pelo site http://www.feiraolimpanome.com.br.  

“O feirão é um momento muito especial para nós e bastante esperado pelos consumidores. Durante 35 dias, os parceiros integrados em nossa plataforma vão oferecer descontos de até 98%, para quem quiser pagar suas dívidas. Em novembro do ano passado, fizemos o maior feirão da história e estamos confiantes que superaremos todas as expectativas em ajudar cada vez mais brasileiros a quitar suas dívidas”, afirma Lucas Lopes, diretor do Serasa Consumidor.  

 

Inadimplência     

Iniciativas como o Feirão Limpa Nome vêm em boa hora para milhões de brasileiros. Segundo estudo desenvolvido pela Serasa Experian, em dezembro de 2019, o número de consumidores inadimplentes no país chegou a 63,3 milhões, 1,5% a mais do que em dezembro de 2018, quando eram 62,4 milhões os devedores com pagamentos em atraso. O montante alcançado pelas dívidas até dezembro de 2019 era de R$ 256 bilhões, com o valor médio de R$ 4.043,00 por pessoa.  O perfil dos negativados mostra que a maioria tem entre 26 e 40 anos (37% do total), seguida por pessoas de 41 a 60 anos, que correspondem a 34,2%. Quanto ao gênero,  a inadimplência praticamente se divide, alcançando 48,3% dos homens e 46,6% de mulheres. 

A maioria das dívidas foi contraída junto aos setores bancários e de cartão de crédito, representando 27,8% do total. O setor de contas básicas, como energia elétrica, água e gás respondeu por 20,4%,  seguido pelo varejo, com 12,3% e telefonia, 11%. Já na distribuição por região, o Sudeste lidera com 45,5% de inadimplentes. Atrás vem o Nordeste, com 24,4%, Sul (12,8%), Norte (9,3%) e  Centro-Oeste (8,2%). 

 

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