10 passos para acolher uma pessoa LGBTQ+ na sua empresa

  1. Depois de passarmos por muitas gerações sem tantas siglas no vocabulário, chegou a hora de não só entendê-las, mas abraçá-las de vez. Mais do que uma sopa de letrinhas, elas são causas sociais que merecem atenção redobrada para não fazer feio. Indo além da contratação formal, selecionamos 10 passos para acolher uma pessoa LGBTQI na sua empresa

    Para quem ainda não sabe, LGBTQI é a sigla que representa lésbicas, gays, bissexuais, transgênero/transsexual/travestis, queer e intersex. Profissionais que se encaixam dentro de tais gêneros e orientações precisam de uma sensibilidade muito maior por parte do contratante, pois envolvem inúmeras questões delicadas que vão desde suas histórias de vida até seus direitos.

    Confira abaixo algumas dicas:

    1. Indo além da orientação sexual, entenda o que é uma pessoa trans. Quem se identifica como transgênero e transsexual passou ou não por uma mudança de sexo. A questão principal é que a pessoa não se identifica com o sexo que lhe foi atribuído ao nascer.
    1. Esteja aberto ao diálogo. Não adianta apenas analisar o currículo ou colocar a pessoa dentro da empresa. É preciso ouví-la, se interessar por sua história de vida, geralmente muito marcada pela violência e preconceito dentro ou fora de casa. Sempre que possível, questione sobre suas dificuldades e anseios dentro e fora da empresa.
    1. Reforce medidas anti-preconceito no ambiente de trabalho. Elabore regras claras e rígidas em relação a quaisquer atitudes homofóbicas, racistas, xenofóbicas, etc. dentro da empresa. Não permita que o ódio, a intolerância e o desrespeito sejam destilados pelos corredores, e tampouco o boicote contra funcionários LGBTQI.
    1. Não crie vagas exclusivas e sim inclusivas. É assim que Maitê Schneider, uma das fundadoras do banco de currículos Transemprego se posiciona para que pessoas LGBTQI sejam levadas em consideração na hora de preencher um cargo. Excluir um(a) candidato(a) por conta de gênero/orientação, só deixa a empresa mais alienada e atrasada. Seja consciente na hora de fazer escolhas.
    1. Crie planos de carreira. Não é porque uma pessoa é LGBTQI que ela precise apenas de um emprego para sobreviver. Também espera crescimento e evolução como qualquer outra pessoa, portanto, deve estar igualmente inclusa nas oportunidades que surgirem.
    1. Salário compatível é fundamental. Avalie o histórico, as habilidades e estudos descritos no currículo da pessoa independente de gênero ou orientação. O pagamento deve estar sempre de acordo com o nível profissional do candidato, mas cabe ainda nesse tópico o reforço de que o público LGBTQI geralmente passa por situações complicadas ao longo da vida, o que pode prejudicar as oportunidades de estudo e aprimoramento.
    1. Faça um treinamento com a equipe para que saibam lidar da melhor maneira com as minorias e evitem constrangimentos. Promova palestras, encontros, rodas de conversa e outros eventos que visem a integração, além de oferecer apoio psicológico para os funcionários. A empresa precisa se comprometer e se envolver inteiramente com a causa e não só de fachada.
    1. Sempre que possível, ofereça recursos para o crescimento profissional. Pode ser desde um treinamento básico, um curso em alguma ferramenta ou área específica, até uma pós-graduação. Invista no potencial da sua equipe LGBTQI.
    1. Conheça a lei e assegure que os direitos sejam garantidos, especialmente das pessoas trans, como a inclusão do nome social nos documentos da empresa e a não-restrição de uso de banheiros. Atente-se também a lei estadual 10.948, que pune a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero.

    10. Abrace a diversidade. Não existe um ser humano igual ao outro. Respeite as diferenças, tenha empatia com o (a) próximo (a) e ofereça um ambiente de trabalho no qual todos se sintam confortáveis. Transemprego se posiciona para que pessoas LGBTQI sejam levadas em consideração na hora de preencher um cargo. Excluir um (a) candidato (a) por causa de seu gênero/orientação só deixa a empresa mais alienada e atrasada. Seja consciente na hora de fazer escolhas.

  2. Crie planos de carreira. Não é porque uma pessoa é LGBTQI que ela precise apenas de um emprego para sobreviver. Também espera crescimento e evolução como qualquer outra pessoa, portanto, deve estar igualmente inclusa nas oportunidades que surgirem.
  3. Salário compatível é fundamental. Avalie o histórico, as habilidades e estudos descritos no currículo da pessoa independente de seu gênero ou orientação. O pagamento deve estar sempre de acordo com o nível profissional da pessoa, mas cabe ainda nesse tópico o reforço de que o público LGBTQI geralmente passa por situações complicadas ao longo da vida, o que pode prejudicar suas oportunidades de estudo e aprimoramento.
  4. Faça um treinamento com a equipe para que saibam lidar da melhor maneira com as minorias e evitem constrangimentos. Promova palestras, encontros, rodas de conversa e outras coisas que visam a integração, além de oferecer apoio psicológico para os funcionários. A empresa precisa se comprometer e se envolver inteiramente com a causa e não só de fachada.
  5. Sempre que possível, ofereça recursos para o crescimento profissional. Pode ser desde um treinamento básico, um curso em alguma ferramenta ou área específica, até uma pós-graduação. Invista no potencial da sua equipe LGBTQI.
  6. Conheça a lei e assegure que os direitos sejam garantidos, especialmente das pessoas trans, como a inclusão do nome social nos documentos da empresa e a não restrição de uso de banheiros. Atente-se também a lei estadual 10.948, que pune a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero.
  7. Abrace a diversidade. Não existe um ser humano igual ao outro. Respeite as diferenças, tenha empatia com o (a) próximo (a) e ofereça um ambiente de trabalho onde todos se sintam confortáveis.

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