Profissões que deixaram de se enquadrar como MEI e precisam de reclassificação

6 de janeiro de 2026

Escrito por: Redação O Amarelinho

As profissões que deixaram de se enquadrar como MEI em 2025 afetaram milhares de trabalhadores que dependem do regime para atuar com custo baixo e acesso à formalização. O MEI continua sendo uma porta de entrada importante, mas as novas regras trazem mudanças relevantes. Agora, algumas atividades exigem reclassificação empresarial e novas obrigações fiscais.

Oito ocupações deixam de ser MEI em 2025

A lista das profissões que deixaram de se enquadrar como MEI inclui alinhador de pneus, aplicador agrícola, digitador independente, coletor de resíduos perigosos, comerciante de fogos de artifício, comerciante de GLP, contador e operador de marketing direto. Esses profissionais continuam autorizados a trabalhar, mas precisam migrar para outra categoria empresarial, como Micro Empresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP).

Migração obrigatória e novas responsabilidades

O desenquadramento não impede a atividade, mas exige regularização. A microempresa atende negócios com faturamento anual de até R$ 360 mil. Já a Empresa de Pequeno Porte recebe quem fatura até R$ 4,8 milhões. A troca de regime altera as responsabilidades fiscais e contábeis. Por isso, o empreendedor precisa planejar a transição e evitar multas ou interrupções no trabalho.

Mudança no limite pode gerar desenquadramento indireto

Além das profissões que deixaram de se enquadrar como MEI, outra regra merece atenção. Em 2025, o limite de R$ 81 mil passou a considerar também as receitas atribuídas ao CPF, não apenas ao CNPJ. Assim, o microempreendedor pode ser desenquadrado mesmo com faturamento baixo no negócio, caso tenha outras entradas registradas no CPF. A mudança amplia a fiscalização e reforça a importância de acompanhar as atualizações.

Como se preparar para a nova classificação

A migração para ME ou EPP exige organização. O empreendedor precisa avaliar custos, entender as obrigações do Simples Nacional e manter controle financeiro. Embora a mudança traga desafios, ela também abre portas para a expansão. Muitos profissionais ganham espaço para contratar, ampliar serviços e fortalecer a atividade com mais estrutura.

Acompanhamento é essencial para evitar problemas

As profissões que deixaram de se enquadrar como MEI reforçam a necessidade de orientação especializada. O acompanhamento contábil ajuda a evitar desenquadramentos automáticos, atrasos ou perda de benefícios. Além disso, garante que o trabalhador siga regularizado e mantenha acesso ao mercado.

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Foto: Prefeitura de São Paulo/Divulgação

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